Trabalho Final - Parte 01: O começo!


Olá amigos da Academia, finalmente é chegada a hora do nosso tão esperado Trabalho Final, realmente não tem pra onde correr. Este é o segundo momento mais decisivo da nossa querida disciplina Diplomática e Tipologia Documental e nós do Arquivo em Forma que já estamos suando a camisa desde o início do semestre agora vamos duplicar nossos esforços. E para dar início a esta maratona lá fomos nós decidir o santo documento e cumprir com os requisitos iniciais do “Nosso Documento”.
 
Mais que documento? Que trabalho é esse? Você que não faz parte da disciplina deve está se perguntando.

Só para Descontrair!

Vamos lá então. O trabalho final deste semestre consiste na escolha de um Documento típico de Universidades e que você (no caso nós) deve chamar de seu. São várias as exigências, meus caros, dentre outras deveremos traçar uma análise histórica e verificar a aplicação deste documento em outras Academias (Universidades), além é claro de propor várias análises Diplomáticas e Tipológicas. Em fim, vamos ao que de fato interessa neste momento, para acabar com sua curiosidade o Arquivo Em Forma tem a honra de dizer que é nosso e somente nosso, o documento intitulado de....???!!!! (que rufem os tambores e soem os clarins). Chega de palhaçada galera o documento que resolvemos chamar de nosso é o Temo de Posse do Reitor.
Isso mesmo, frangos da Academia. Resolvemos escolher o documento que nomeia e oficializa a posse de nossa Magnificência maior, o Reitor. Percebemos que este é um documento que não fala por si só, por isso resolvemos analisar todo o contexto que leva a criação deste documento, assim como os demais documentos que nascem diretamente relacionados ao Termo de Posse. Muitos podem estar se perguntando se este de fato seria um documento típico de Universidade, mais aí nós te perguntamos em que outro lugar existe reitor meus caros? Na Academia de Ginástica? Na cozinha do PALADARQ? No estúdio de Tatuagem? Ou no Ateliê de Moda? Não, nas baladas da Night? Nos gramados de futebol? Ou também se chama reitor aquele que fica servindo aquela cervejinha? Não este é o garçom. E por sinal o leiloeiro da licitação também não se chama reitor. Indagações e brincadeiras a parte continuemos.
É fato que esses são pontos inquestionáveis e com respostas óbvias. A dúvida na verdade surgiu porque o reitor é um funcionário público e a nomeação é um ato que ocorre em qualquer instituição pública. Por isso mesmo que buscaremos traçar uma análise contextualizada e apresentar o Termo de Posse dentro de um contexto Diplomático e Tipológico que com certeza o fará perceber onde reside a tipicidade deste documento dentro das Universidades.
Nesse árduo e demorado processo de contextualização iremos ter como subsídio a legislação Vigente do Ministério da Educação que diretamente se relaciona com a nomeação e processo de escolha dos reitores; a legislação da nossa querida UnB que nos servirá de modelo para análise de outras legislações de outras Universidades; para a parte mais voltada para as análises Tipológicas e Diplomáticas e para nos subsidiar na definição das relações que devem ser estabelecidas com o nosso querido curso a fonte de informação que utilizaremos será a bibliografia até agora trabalhada no curso e demais obras que possam nos apoiar de alguma forma, não fiquem ansiosos, pois logo, logo definiremos estas fontes com maior precisão, quando de fato começarmos a “malhar pesado”, por enquanto estamos apenas aquecendo.
Além disso, buscaremos fazer um trabalho verdadeiramente arquivístico em busca do Termo de Posse do Reitor. Dentre os nossos planos estão visitas ao Arquivo do Ministério da Educação, que é onde o documento fica e uma análise interna concentrada na Reitoria da UnB. As visitas ao MEC serão importantes principalmente para percebermos a aplicabilidade deste documento em outras Universidades, pois queremos observar, se a lei que rege esse instrumento de posse realmente é cumprida de forma homogênea e principalmente observar se existe uma padronização da estrutura deste documento. Em fim, o que queremos apontar é que em todas as Instituições Públicas do nosso querido país Tropical, o Termo de Posse do Reitor possui a mesma função e as mesmas pessoas competências para elaborá-lo.
Por enquanto acreditamos que seja somente isso. Aguardem mais informações e saibam que mesmo sendo competência do Ministro da Educação nomear o Reitor iremos analisar também, o Termo de Posse daquele que vira Reitor quando o oficial está ausente, ou seja, o Vice Reitor, já que este documento é elaborado internamente e fica guardado na nossa querida UnB.
Por: Arquivo em Forma

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Ultrasecretos para sempre?

O destino dos documentos ultrassecretos vem dividindo o Congresso Nacional. A câmara aprovou recentemente um projeto que acaba com o sigilo eterno, meus caros marombeiros. O impasse agora está nas mãos de nossos queridos senadores. Por um lado novamente vem à tona a discussão da necessidade de manter segredo para garantir a segurança Nacional e por outro nós, reles mortais e nosso maravilhoso direito a informação.
Se você está cansado desse linguajar da Academia, a reportagem completa sobre o assunto pode ser vista aqui amigos de maromba, mais depois volte e comente aqui.
Bom, na minha opinião de fato existe a necessidade de garantir restrição de acesso a determinados documentos, porém, não de forma eterna. É preciso desenvolver uma política consistente nesse sentido, não há razão para privar o cidadão de acessar informações, que além de muitas vezes  possuírem alto interesse social, também fazem parte da nossa história. Esse impasse político não é recente, e restringir o acesso nos leva apenas a duvidar ainda mais de nossos políticos, além de calar muitos fatos de nossa história registrados nessa documentação.
Caso este projeto de por fim a “eternidade do sigilo” seja aprovado, perceberemos mais uma importante medida governamental no sentido de garantir ao povo o que é seu por direito. É fato, que nos últimos anos muito se tem evoluído na questão de disponibilização de informações que antes eram guardadas “a sete chaves”, o projeto memórias reveladas é um belo exemplo disso. Em fim, vamos esperar a votação em nosso querido Senado Federal, para que possamos emitir maiores juízos de opinião.
Mudando agora de assunto, amigos da Academia, gostaria de aproveitar a oportunidade e divulgar um evento onde com certeza você não será privado de nenhuma informação, muito pelo contrário: O Brasília Capital Fitness. Este ano o evento ocorrerá de 11 a 14 de Agosto de 2011. Para não perder a tradição vejam o vídeo oficial do evento do ano de 2010 e claro, a análise diplomática.

Análise Diplomática e Tipológica do Vídeo Oficial do BSB capital Fitness 2010

1. Especificação do Documento

Denominação do Documento: Vídeo Oficial Brasília Capital Fitness 2010
Denominação da Espécie: Publicitário
Data Cronológica: Data: Colocarei a data da postagem – 12/11/2010.

2 .Caracteres Externos

Gênero: Videográfico
Suporte: Meio Digital
Formato: Imagens não estáticas e sonorizadas
Forma: Original
Signos Especiais: Nome do produtor, logomarcas dos produtores.

3. Caracteres Internos

Entidade Produtora: Ativo.TV
Entidade Receptora: A quem interessar possa.
Função: Difundir evento Brasília Capital Fitness
Descrição: Entrevistas, informações gerais sobre o evento, divulgação da estrutura.
Trâmite: Produção do vídeo; Edição; Publicação; e acesso do público.
-Incidências: Ruídos e possibilidades de edição por parte de outras pessoas e veiculação na internet.
-Duração do Trâmite: O acesso poderá ser dado por tempo indeterminado.
        -Ordenação da Série: Cronológica e Alfabética.
Função Arquivística: Para os produtores provar o registro do lançamento oficial do evento e difundir alguns resultados obtidos pelo evento.
   
Por hoje é só!
Por: Márcio Lima
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Comer ou não comer Ração Humana, eis a questão...


Você que acompanha as noticias da TV,ou acessando aqui,  viu que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) alertou sobre os malefícios sobre a ração Humana, e que também proibiu esse nome a esse tipo de alimento.Afinal o que é essa ração?
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PALADARQ X Em Forma

Olá caros amigos da Academia, essa semana surgiu a idéia de montar uma postagem em conjunto com algum outro blog parceiro. O frango da vez é o Blog PALADARQ, representado por nossa colega Vanessa Caliman.
Em um primeiro momento a Vanessa buscou relembrar uma receita muito gostosa e calórica de sua querida vovozinha. Relembrado os tempos em que comia rocambole na casa da vovó, enquanto brincava com suas bonecas e Pokémon ela resolveu compartilhar essa delícia com a gente:



Viciada no Rocambole da vovó e na Diplomática a Vanessa partiu para a análise desta receita:

Análise Diplomática e Tipológica da Receita

1. Especificação do Documento

Denominação do Documento: Receita de Rocambole
Denominação da Espécie: Receita
Data Cronológica: 1990 (quando minha mãe se casou com meu pai)

2 .Caracteres Externos

Gênero: Textual
Suporte: Papel
Formato: Folha avulsa
Forma: Original único

3. Caracteres Internos

Emissor: Minha avó
Produtor Arquivístico: Minha mãe
Função: Ensinar a fazer um Rocambole.
Descrição: Ingredientes da massa, o modo de preparo e os ingredientes do recheio.
Ordenação da Série: Poderá ser por Alfabética.
Função Arquivística: Possui função sentimental, já que é uma receita de família, tendo o valor de provar a existência da prática de se fazer rocambole na família, pratica essa que vem de geração em geração.


A receita parece bem apetitosa, más não condiz com os princípios éticos e morais do Arquivo em Forma que visa te deixar saudável e sem aquelas gordurinhas indesejadas. Então o Arquivo em Forma resolveu buscar uma receita um tanto mais saudável e conseguimos uma receita tão gostosa quanto, porém, light. Que também vamos compartilhar com vocês:


Sem excessos poderíamos fazer a análise desta receita light, o que acham?

Análise Diplomática e Tipológica da Receita Light

1. Especificação do Documento

Denominação do Documento: Receita de Rocambole Light
Denominação da Espécie: Receita
Data Cronológica: 2011

2 .Caracteres Externos

Gênero: Textual
Suporte: Papel
Formato: Folha avulsa
Forma: Original único
Signos Especiais: Assinatura

3. Caracteres Internos

Emissor: Maria do Socorro (a vizinha)
Produtor Arquivístico: Eu (Márcio)
Função: Ensinar a fazer um Rocambole de baixo teor calórico.
Descrição: Receita que ensina a fazer um rocambole light, contendo ingredientes e modo de preparo.
Ordenação da Série: Poderá ser por Alfabética.
Trâmite: Solicitação para a vizinha; transcrição da receita;
Função Arquivística: Provar que sou adepto a algumas receitas menos calóricas e a fonte de informação para elaboração desta postagem.

A nossa colega é tão insistente em buscar ensinar a fazer o tal rocambole que resolveu apelar e postar um vídeo que deixa tudo mastigadinho para você. O vídeo é esse:


Como não sossega, aí vai mais uma análise de nossa colega Vanessa:

Análise Diplomática e Tipológica de Vídeo que ensina Receita de Rocambole

1. Especificação do Documento

Denominação do Documento: Receita de Rocambole
Denominação da Espécie: Receita
Data Cronológica: Data: Colocarei a data da postagem – 08/11/2010.

2 .Caracteres Externos

Gênero: Videográfico
Suporte: Meio Digital
Formato: Imagens não estáticas e sonorizadas
Forma: Original único
Signos Especiais: Nome do produtor, logomarcas dos produtores.

3. Caracteres Internos

Entidade Produtora: TV Canção Nova.
Entidade Receptora: A quem interessar possa.
Função: Divulgar a receita de rocambole.
Descrição: Ingredientes, modo de preparo passo a passo.
Trâmite: Produção do vídeo; Edição; Publicação; e acesso do público.
-Incidências: Ruídos e possibilidades de edição por parte de outras pessoas e veiculação na internet.
-Duração do Trâmite: O acesso poderá ser dado por tempo indeterminado.
        -Ordenação da Série: Cronológica e Alfabética.
Função Arquivística: Para os produtores provar o registro do lançamento oficial do vídeo da receita.

Bom, diante de tudo isso e percebendo que minha receita light não vai lá ser muito aceita, eu admito a do pessoal do PALADARQ é melhor. Já que o nosso objetivo não é te ensinar a ganhar calorias, cheguei a conclusão de que a melhor forma de resolver esse impasse é sugerir que comam o rocambole da Vanessa (sem duplas interpretações, por favor), mais depois disso terão que suar a camisa, principalmente para evitar aquela aparência gelatinosa em sua barriguinha. Então para ficar gostosa (o) sugiro que depois de comer o rocambole você faça muita atividade física e uma delas que considero importante, é o abdominal:




Vamos brincar de analisar o vídeo?

Análise Diplomática e Tipológica de vídeo ensinando a fazer abdominal

1. Especificação do Documento

Denominação do Documento: Vídeo ensinando Exercícios abdominais - Crunch com impulso das mãos
Denominação da Espécie: Vídeo
Data Cronológica: Data: Colocarei a data da postagem – 21/11/2010

2 .Caracteres Externos

Gênero: Videográfico
Suporte: Meio Digital
Formato: Imagens não estáticas e sonorizadas
Forma: Original Múltiplo
Signos Especiais: Nome do produtor, logomarcas dos produtores.

3. Caracteres Internos

Entidade Produtora: P4P Brasil
Entidade Receptora: A quem interessar possa.
Função: Servir como guia de ensinamentos para a prática de modalidade de exercício abdominal.  
Descrição: Vídeo com passo a passo para a realização de abdominais crunch com impulso das mãos.
Trâmite: Produção do vídeo; Edição; Publicação; e acesso do público e realização do exercício (tem que ter para valer a pena e deixar o Arquivo em Forma orgulhoso).
-Incidências: Ruídos e possibilidades de edição por parte de outras pessoas e veiculação na internet.
-Duração do Trâmite: O acesso poderá ser dado por tempo indeterminado.
        -Ordenação da Série: Cronológica e Alfabética.
Função Arquivística: Para os produtores provar o registro do lançamento do vídeo ensinando a fazer este exercício em específico.

Por enquanto é só meus caros. Mais gostei desta parceria e você? Se também gostou, aguarde pois em breve teremos BIS.

POR: Márcio Lima e Vanessa Caliman
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Atividade Death Note

O Blog mãe manda e o Arquivo em Forma Obedece. Seguem nossos apontamentos para as respostas dessa semana.
O desafio desta semana relembra o triste acontecimento ocorrido em nosso tenebroso lago Paranoá e que vem motivando grandes repercussões a respeito de quem caberia a culpa. Um dos vestígios deste triste ocorrido é a lista de convidados que é o cerne da proposta de atividade que pode ser obtida aqui. E aí vai nossa pitada de creatina, ou melhor, criatividade.
A primeira pergunta indagava se a lista poderia ser considerada autenticamente legal, diplomática e historicamente.
De acordo com nossos humildes pontos de vista observamos que:
à A lista não pode ser considerada diplomaticamente legal, porque não suporta prova sobre si mesma e nem tão pouco sustentará intervenção de uma autoridade, já que seu caráter genuíno não poderá ser garantido. Tais conclusões são embasadas nos conceitos de Luciana Duranti que nos leva a negar a genuinidade da lista por que esta não é verídica, já que segundo investigações existiam mais pessoas no barco do que aquelas declaradas pela lista.
à Para declararmos a autenticidade Diplomática deveríamos ter contato com a lista. Já que seria necessário observar se esta foi escrita de acordo com os requisitos estabelecidos e com a disposição correta desses requisitos, e que caracterizam uma lista de pessoas que compareceram a uma festa. Nesse sentido far-se-ia necessário observar também outros caracteres, como a presença de signos especiais (assinaturas, por exemplo) para que desse modo pudéssemos declará-la como autentica diplomaticamente.
Porém se considerarmos que esta foi identificada como uma lista de convidados presentes pelas autoridades esse ponto de vista mudaria. Pois, nesse contexto consideraríamos o fato de que o documento era realmente aquilo que parecia ser por conta de sua estruturação e características, ou seja, uma lista de convidados presentes e autentica.  
à Não pode ser considerada historicamente autentica pois não registrou com perfeição o que ocorreu, já que haviam mais passageiros no barco do que o número que estava expresso na lista. Analisando outros aspectos isolados como a datação, nome do barco e do evento esta seria historicamente autentica.
Em um segundo momento foi pedido para questionarmos a Veracidade da Lista.
Se considerarmos que as pessoas descritas na lista estavam realmente no barco ela pode ser considerada verídica, pois é capaz de sustentar que aquelas pessoas em específico estavam no barco.
Outro ponto de vista, porém, nos leva novamente a questionar o fato de haverem mais pessoas do que as que a lista especificava, o que torna essa questão mais duvidosa. O questionamento da veracidade neste sentido cabe a partir do momento que a produção desta lista objetiva dispor o nome de todas as pessoas presentes no evento.
Será que a lista pode ser considerada como prova em futuros processos penais, indenizatórios etc.?
Utilizando a lista juntamente com outras fontes de informação, acreditamos sim na possibilidade desta ser considerada no levantamento de processos deste tipo. Ela provaria, porém, apenas a presença das pessoas que possuíam seus nomes nela destacados, excluindo desta forma a possibilidade de utilização desta por parte dos demais convidados.
Caberiam questionamentos no que se refere às demandas legais e capacidade de lotação do barco. Cruzando fontes de informações a lista poderia ser descrita como uma tentativa de “esconder” o excesso de passageiros e o que poderia acarretar ações diretas contra os organizadores da festinha que de maneira drástica infelizmente terminou embaixo d’água.
Postado por: Arquivo em Forma
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